Na estrada de Sintra, cada vez mais perto de Sintra,
Na estrada de Sintra, cada vez menos perto de mim...
Ode Triunfal, Álvaro de Campos
A rampa da Pena sofria de mais trânsito do que das duas vezes anteriores que subimos a serra. Igual, estava o ambiente à porta do castelo dos Mouros e do portão do palácio de Pena, ou seja, uma tranquilidade descomunal. Quedo estava também o ambiente na “casa assombrada”, onde a sexta-feira 13 anterior não deve ter tido muitos adeptos.
Descemos sem pressa. Ainda espreitámos o terreiro da feira, em S. Pedro, e voltámos a trepar para passarmos pela igreja de Santa Maria. Terminámos na partida, praticamente com a mesma temperatura com que saímos.
Andámos cerca de oito quilómetros, em três horas, ao longo das veredas sintrenses, entre trepadeiras, odor a bosta de cavalo com suaves toques de pinho,invadindo o universo dos pirilampos foliões, trepando em amena cavaqueira. Uma caminhada em 1ª classe.
Vídeo
Músicos: Focus
Música: Sílvia
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Músicos: Focus
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