quinta-feira, 16 de abril de 2026

SPLIT, com Diocleciano



Saímos de Trogir de barco. Está fresco e uma nevoa contrastante, mas a paisagem abre-se a 360º, permitindo perceber que navegamos numa enorme baía do suave Adriático. É menos de meia hora até Split.

Visitar Split é entrar num lugar onde o tempo abranda e a história se deixa tocar. No coração da cidade está o Palácio de Diocleciano, não como um monumento fechado, mas como um museu vivo.

Trata-se de um espaço aberto, feito de ruas, praças e memórias que se revelam a cada passo. Caminhar por ali é percorrer séculos, entre pedras antigas e a energia vibrante de quem lhe dá vida.

Estivemos no seio da atmosfera da corte imperial para assistir a uma encenação teatral na praça central do palácio, onde um ator representando o imperador Diocleciano e a imperatriz, acompanhado por guardas romanos, saúda o público.

O centro histórico, classificado como Património Mundial, convida a deambular sem rumo: ruelas estreitas, fachadas de pedra, ruínas discretas e a presença marcante da Catedral de São Domnius.


A cidade velha é muralhada, constituindo-se como fortaleza desde o século IV, tendo dado origem à cidade moderna. Escondido numa das vielas mais estreitas da urbe, passamos pelo curioso Templo de Júpiter com uma esfinge à porta.

Pelo caminho, surgem pátios, onde colunas e luz se encontram num equilíbrio quase sagrado, e espaços como o Vestíbulo, que ecoam a grandiosidade de outros tempos. Até os mosaicos, simples e silenciosos, pedem um olhar atento.

A entrada na cidade antiga faz-se por portões carregados de história, como o Portão Dourado, outrora majestoso, ainda hoje imponente. Mas há outros acessos, como o Portão Prateado ou o de Ferro, que levam o visitante para além das muralhas.

Passamos por praças e recantos cheios de autenticidade. Tudo se liga, tudo flui, como se a cidade fosse um só organismo, antigo e presente ao mesmo tempo. A pedra volta a dominar e as fachadas transferem-nos para outras eras.

Fora das muralhas, Split continua a encantar. A Riva, marginal local, estende-se junto ao mar, elegante e luminosa, onde barcos e iates embalam o olhar. E, como ponto de partida privilegiado, a cidade abre portas a ilhas de sonho como Hvar, Brač e Korčula.

Porém, como estamos a meio da manhã, há muitos turistas, um rumor notório de gente. Teria sido ideal chegar mais cedo. Percorrer as ruas vazias, antes da agitação turística, e Split revelar-se-ia silenciosamente na sua forma mais íntima.

E, tão incontornável como em Dubrovnik, as referências ao Game of Thrones têm testemunho em loja. Aqui, foram os subterrâneos do Palácio de Diocleciano, em pleno centro histórico, que serviram como cenário importante na série.



sexta-feira, 10 de abril de 2026

Ayutthaya, antiga capital tailandesa

Fundada em 1350, Ayutthaya foi a antiga capital da Tailândia durante o reinado do Sião. No início do século XVIII, no auge de sua prosperidade, chegou a ser uma das cidades mais importantes do mundo, com mais de um milhão de habitantes. Estamos a cerca de oitenta quilómetros a norte de Banguecoque. 

A localização estratégica de Ayutthaya, na junção de três importantes rios tailandeses, foi fundamental para seu estabelecimento como capital. fácil acesso ao mar criava um canal de comércio de grande importância Por outro lado, essa posição privilegiada era cobiçada pelo reino da Birmânia. 

Por tal, em 1767, Ayutthaya sofreu uma invasão do exército birmanês e foi praticamente destruídaOs invasores danificaram diversas imagens históricas de Budas, saqueram templos e destruíram outros. De tal maneira que a cidade deixou de ser habitável

E a capital teve de ser mudada, ainda antes da actual Banguecoque. Hoje, Ayutthaya  é um importantes pólo histórico e um notável sítio arqueológico. A antiga capital abriga muitas ruínas, mas também muitos templos, alguns de grande dimensão, além das icónicas torres, “prangs”, e outros monumentos singulares. 

Saímos cedo de Banguecoque, tão cedo que apanhámos um grupo de monges tibetanos, a receber ofertas da parte de populares - como é hábito, sobretudo comida -,  já que o mosteiro ficava do outro lado da rua do hotel.

Entramos em grupo em Aytthaya, mas rapidamente dispersámos em função do vastidão do espaço, da quantidade e diversidade monumentais. Percebe-se o peso dos séculos de abandono, embora se note que já houve um processo de preservação.

O calor levou-nos a deambular pelas poucas sombras, junto do complexo central de acolhimento, mas também a aproveitar a luz para fotografar, quer os monumentos, quer as diversas particularidades que fomos observando.

O centro de acolhimento era relativamente simples. Lá perto, um dos visitantes era motociclista. Guiava uma trail, com matrícula chinesa. O rapaz estava vestido com topos de gama, da cabeça aos pés.

Mais à frente, demos com uma cabeça de Buda envolvida em rmúltiplas raízes de uma árvore, considerada um forte unícone simbólico budista da interacção entre o homem, a natureza e o espiritual.

Passámos por um notável chedi branco, (chedi é uma stupa, formações com pedras em cone), e, ainda, por uma galeria de estátuas de Buda em meditação.  A quantidade e a diversidade de “prangs” é impressionante.

Comparamos a nossa pequenez com os mais de 40 metros do colossal Buda reclinado e continuamos o passeio pelas alamedas ervadas, mas tão amplas, que se percebe a grande dimensão da antiga capital.

O complexo alarga-se praticamente até à zona moderna, à medida que os monumentos vão escasseando e a vegetação toma conta do espaço. Há uma maqueta que representa a parte central com complexo. Era grande.

Depois de uma incursão pelo complexo de acolhimento, deixamos as torres, os templos e os Budas antigos entregues ao tempo que lhes preserva a memória de tempos aúreos. 

 


segunda-feira, 6 de abril de 2026

Sorolla, Um Oásis em Madrid

Madrid. O clima é quente e seco no Verão, aliás muito quente e muito seco. O anseio diário é sentir, por frágil que seja, uma qualquer brisa, sobretudo a meio da tarde, quando o sol queima e a pele arde.

Sombra, frescura e sossego são sempre bem-vindos em Madrid por essa altura. No centro da capital, não há grandes parques, exceptuando o do Retiro. Por tal, encontrar um oásis no centro da cidade é como descobrir um trevo de quatro folhas...

...mas, também não é preciso exagerar... afinal, o palacete onde está guardada a obra do pintor Joaquin Sorolla, é só uma das “residências de artistas mais completas e melhor conservadas da Europa”. E (a)parece, despercebida, numa rua de Madrid.

O primeiro contacto encanta imediatamente: o jardim, em estilo andaluz, onde não faltam os azulejos, a água e a sombra, é (já) uma espécie de oásis, uma vez que, tal como em Lisboa, é raro encontrar uma moradia (de época, principalmente) entre prédios.

A Casa-Museu Sorolla é um oásis, mas também é guardiã da maioria da obra do pintor, quer pela preservação da configuração e decoração original da edificação. Foi  a viúva do pintor, protagonista em alguns dos quadros, que fez a doação do espaço e das obras para a criação  do museu, em 1932.

Está praticamente ali há quase um século, encerrando obras do artista e peças que este coleccionou ao longo da vida. Mas não só. O acervo conta com mais de1200 pinturas do próprio artista, um conjunto de desenhos preparatórios das pinturas e, ainda, uma série de esboços de projectos que criou para a sua própria casa.

Entrar no edifício é mergulhar num espaço de arte. “Felizmente”, a casa não é um palácio – se não, seria outro Vaticano ou outro Palazzo Pitty, onde não há espaço na parede para colocar mais quadros -, a casa é “apenas” um palacete.

Muitas das telas retratam a mulher do pintor, Clotilde García del Castillo. Outro tema importante, cujas cores, traços e luz deslumbram, é o mar. É singular o azul mediterrânico, já que as praias valencianas eram um dos locais de eleição do pintor.

Não são apenas as telas de Sorolla que ocupam o espaço de exposição. Além dos móveis de época, que ajudam a criar o ambiente  original da casa, há muitas peças de cerâmica (sobretudo na cave), esculturas, joias e objectos decorativos.

São dois andares onde se reconhece o espírito do pintor, quer através da decoração e da arquitectura, quer através das suas telas. A pintura seduz pela luz, cor e leveza, sobretudo nos temas de praia. “El Caballo Blanco” é uma das suas telas mais empolgantes.

quinta-feira, 2 de abril de 2026

La Leyenda Continua. Pinguins 2026


Não ia desde 2017, despois de lá ter estado em 2005. É muito tempo, é verdade, mas este passeio de Inverno costuma ser valentemente frescote. E, já não vamos para jovens. Houve mesmo quem tenha sido tocado pela nossa vetustez. Já lá vamos.

Esteve frio, o vento soprou, até choveu. Mas não nevou, chuva só na saída, vento quanto bastou. Animação a preencher dia e noite, comida saborosa, dinâmica festiva, melhor alojamento, movimentação farta e convivência salutar.  

Os “Pinguins” são assim. Um, dois, três graus, mas não chegou a negativos. Um, dois, três pares de luvas, mas até foi exagero. Uns minutos de espera e estamos (quase) todos a almoçar em Vilar Formoso. Mais que não seja, pelo café.

E não almoçámos sózinhos. Uma boa “meia dúzia” de comPANheiros do clube Paneuropean de Portugal também lá estava. Até lá, são pouco mais de 350 kms. A Valladolid, não chega a 250.

De baixo, saímos dois. Outros dois, de cima. Já somos quatro, quatro que no Setembro anterior andaram pelos Balcãs. Quatro em quatro motos. Quatro que se organizam de modo que a organização seja notável. E foi.

Faltam outros dois. Esses estarão connosco no dia seguinte, no evento. Por tal, em Valladolid, uma mesa de quatro bastou, para interagir com aquela carne que parece talhada à medida.  À medida grande.

Aqui, já se sente o ambiente de Pinguins. Não há ainda muitas motos, mas o passeio em frente do hotel, já está cheio. Alguns alpendres, também. Paulatinamente, as motos vão chegando à capital de Castela e Leão. Mesmo à noite.

Está fresco, mas é superável. Não há muita gente na rua, mas está em jogo uma futebolada poderosa que fecha os adeptos em casa e nos bares. E nos vaga o restaurante. Hoje, é quinta.

Sexta. Saímos por volta das 9 da manhã, rumo ao Monasterio de Santa María de Valbuena. Hoje, é um hotel de 5 estrellas localizado que aproveita um antigo mosteiro cisterciense do século XII. Em redor, a aldeia ainda dorme.

Daqui, saímos para Peñafiel. Passamos pelo castelo, longínquo no cimo de uma colina, cujo acesso motorizado parecia interdito. Nota-se a dimensão: uma muralha de 200 metros de comprimento e uma imponente torre de menagem de 34 metros de altura.

Trata-se de uma construção inicial que remonta ao século X. Hoje, tem um museu do vinho no seu interior. Continuamos para a Plaza del Coso, rodeada por edifícios com varandas de madeira rústica, conhecidas como "balcones de tipo mudéjar".

E não demorámos a passar a ponte para Fuentidueña, e parar as motos junto ao rio, num cenário tão bucólico como atractivo. Falhámos o centro urbano, o castelo em ruínas e um pequeno palácio. Sepúlveda já nos aguardava.

Chegámos ainda de dia, deixámos a tralha, explorámos a Posada de San Milan, um espécie de hotel rural, com uma “fachada românica do século XII, que dá acesso a um charmoso pátio com arcadas do final do século XV”. Simpático e singular.

Saímos para Cantalejo. É na proximidade que se juntam os Pinguins, há já muitos anos, num bosque atravessado por um recta de três quilómetros. Já temos bilhete, é só trocá-lo pela habitual pulseira. Entramos.

 Motos históricas à entrada, lojas de artigos para motociclistas, um pavilhão  dedicado em especial a viagens de aventura, um salão para conferências, uma área destinada à música e muitos espaços para estar ou para refeições. Andamos por lá.

Mais longe, um espaço valente dedicado ao campismo. É verdade. Há muitos a acampar, a aquecerem-se com lume, sentados à volta da fogueira, com as motos ali ao lado. Típico Pinguins.

É lá que encontramos “velhos” conhecidos, alguns “cromos”, muita gente junto das diversas bancas de aventuras, também muitos no salão de conferências. Uns chegam, outros partem. Nós também vamos sair.

A dinâmica do evento passa para Turégano. Chegamos perto do castelo e deixamos as motos em sítio amplo. Descemos à praça central já plenamente decorada e preparada para a fiesta. Só há uma faixa de passagem no meio de tanta moto.

Já há música e foguetes no ar. Ao som de Carmina Burana, o fogo ergue-se sincronizado desde a praça, a partir de meia dúzia de lançadores. Toda a gente converge para o meio da praça. O desfile está preste a começar.

E o ritual promove-se. Não tardam a sair cinco motos, com tochas e bandeiras a representar os cinco continentes. Vão sair da praça na direcção do castelo. De lá, o fogo de artifício irá explodir em todas a s direcções. A fiesta está lançada.

Regressamos a Cantalejo pela fresca. Fingimos não ligar a ninguém e surpreendemos o par que falta. Viajaram de noite desde Braga e da Covilhã. Segundo consta, não se perderam, desta vez. Estamos todos, estamos satisfeitos.

A noite está calma. Preferimos andar a pé. Deambulamos pelas lojas e entramos na zona de campismo. O odor das fogueiras preenche o ambiente e as conversas dos grupos junto ao fogo anima a noite. Tá na hora de regressar à Posada.

De manhã, o melhor do espírito lusitano estava estampado nas camisolas que nos ofereceram. Aliás, não estava lá mais nada do que a verdade: cuidadores, ainda para mais “pro bono”. Vai ser um must, não tarda nada. Estão tramados.

Voltamos ao recinto do evento. Desta vez, para assistir a uma apresentação interessante, um pouco ao jeito de publicidade, de uma viagem de Barcelona a Katmandu, efectuada por espanhóis. Com motos de estrada e bem pesadotas.

 Era dia de cordero lechazo, pelo que voltamos a Sepúlveda, digamos ao local do último crime, mais propriamente ao  "El Figón de Ismael", um conhecido restaurante tradicional no centro da urbe. É tão saboroso como aconchegante.

Não estamos sózinhos. Em redor da praça são as motos que servem de pano de fundo das fachadas ancestrais, herança da época de maior esplendor, dos séculos XI a XIII. A  primeira igreja românica lá construída, data de 1093.

Dali a Pedraza é instante. A tempo de pararmos nas falésias antes da urbe, observarmos o castelo e o deambular dos “buitres”. Entramos pela Puerta de la Vila, um dos acessos muralhados e continuamos sobre os “malvados” tradicionais paralelipípedos.

Deixamos as motos num vasto terreno em terra batida, memso em frente das muralhas. O castelo, erguida no século XI sobre ruínas romanas e árabes, foi reconstrído no século XIV e reformado dois séculos depois pelos Duques de Frías.

Hoje, nota-se que está bem preservado. Subimos ao adarve que percorremos até podermos observar o voo das aves d erapina que dominam as colinas em redor. Cobram um valor simbólico pela entrada.

Está situado num local estratégico, protegido por um fosso, e envolto pelo cenário do vale rio Cega. Trata-se de uma propriedade privada, com uma parte museológica interessante sobretudo dedicada ao pintor Ignacio Zuloaga, que o adquiriu em 1926.

O espólio aborda também a relação de amizade entre o pintor o compositor e pianista Manuel de Falla, cujo retrato enigmático está exposto numa das dependências, assim como uma antiga nota de 100 pesetas com essa imagem do músico.

O mobiliário, bem como obras de outros artistas decoram as muitas dependências, desde quartos a salas, sendo que uma das enormes lareiras estava mesmo em funcionamento. Além destes espaços, é possível visitar a torre e o pátio de armas.

Saímos por onde entrámos, uma porta que remonta ao século XV, coberta por pontas de metal destinadas a deter e danificar aríetes, constituindo-se como reforço estrutural do acesso ao castelo.

Voltamos ao recinto dos Pinguins. Sentamo-nos na sala de conferências e assitimosa duas homenagens, à ´Fédération Française Des Motards en Colère, e ao nosso “Lés-a-Lés”, o que contou com a presença de muitos elementos da FPM.

Entre eles estavam o Ernesto Brochado e oAntónio Francisco (Tó Manel), que já não via há anos), um reconhecimento merecido pelo que têm realizado no âmbito do motociclismo em Portugal, especialmente na vertente de mototurismo.

Saímos para Sepúlveda sob o contexto térmico de quase zero. Mas isso já temo como adquirido. Voltamos a parar as motos no parque da posada e a deixar preparado o regresso a casa. Estamos satisfeitos.


Saímos para as nacionais até Tordesillas. Paramos na Doña Carmen hotel & restaurant, à vista da ponte do alcantilado urbano. Despedimo-nos de dois, um para Braga e outro para o Porto.

Continuamos para Portugal, mas ainda vamos almoçar umas valentes carnes na brasa na Meson La Paloma, em Ciudad Rodrigo. Uam mesa para quatro é suficiente. Até ali, algum nevoeiro mais denso, por vezes a pingar, mas nada de mais.

O melhor estava para nos receber na entrada em Portugal. Na área de serviço de Vilar Formoso ainda não chovia. Mas não tardou que o céu se toldasse, o nevoeiro se adensasse e a chuva começasse a cair com ganas.

De tal maneira, que nem percebi ter passado pela Guarda e só vi o  letreiro luminoso da GALP na entrada da área de serviço. Se na capital berã estava assim, para baixo piorou. Na Covilhã deixámos mais um e seguimos três até ao desvio para o IC8.

Aqui separamo-nos de outro. Ficámos dois. Pouco depois, que senti qualquer coisa bater-me na mão. O parafuso que prende o guarda-mão esquerdo saltou e levou consigo o terminal do guiador. O guarda-mão ficou solto.

E começou a bater na menete de embraiagem. Havia que parar na área de serviço seguinte. Com duas braçadeiras resolveu-se a coisa. Porém, à saída, a moto passou para a reserva. Pela primeira vez. Não andaria mais de 40 kms.

Não convinha arriscar, era preciso reabastecer, saindo da AE para tal. Ali por volta do Entroncamento foi preciso sair para o Leclerc e finalmente atestar. Isto, sempre sobre uma chuva que não parava.

Foi ainda na CREL que nos separamos, numa altura em que a chuva parecia desistir. Um dia de quase 400 kms à chuva, metade já de noite. Andámos sob água durante umas horas. Mas, mesmo sem fazer contas, o saldo é positivo.

Ainda não foi desta que demos trabalho aos cuidadores geriátricos, aproveitando o “pro bono”.  Como estamos garantidos, somos capazes de arriscar uma próxima. Talvez mais devagar, não vá saltar mais qualquer coisa…