Numa terra em que está sempre calor, mesmo que chova; em que o oceano de águas cálidas banha quilómetros de costa, não contando com o quase milhar e meio de ilhas, parece que ir de férias para um Palácio de Verão no interior é singular.
Mas os reis tailandeses faziam-no. Ao Palácio Real de Bang Pa-In, chamavam-lhe Palácio de Verão. O calor está lá, mas o oceano não. Todavia, tem rios e lagos, um jardim gigantesco e um conjunto de edifícios ímpares.
Entramos no vasto jardim do palácio, depois do ritual da máscara cirúrgica na recepção e de uma advertência para vestir calças. A máscara saiu logo após transpormos os portões, mas as calças tailandeses, emprestadas, ficaram… calções não são permitidos.
O complexo inicial, construído na terceira década do século XVII, outrora usado pelos reis tailandeses, foi abandonado no final do século seguinte, e há quem defenda que chegou a ser parcialmente destruído.
Despois, ficou coberta de vegetação, até que, em finais do século XIX, foi reconstruído. Agora, além de haver obras no pavilhão do lago, o interior visitável do palácio estaria em limpeza para um evento próximo...
Por tal, apenas pudemos deambular pelo exterior dos edifícios. O complexo compreende um palácio e um templo real, a residência do rei, uma torre de vigia colorida e um pavilhão situado no meio de um lago.
O branco domina muitos dos edifícios. Embora haja muita influência chinesa na parte arquitetónica, na parte habitacional também já se revela uma grande influência europeia, tal como a ponte e as esculturas que a decoram.
Esta diversidade vai desde o estilo Khmer, passa pelo estilo coríntio grego, vai ao estilo chalet suíço e, ainda, ao estilo chinês, havendo ainda referência ao estilo cambojano. Um local amplo, excelente para passear. Foi o que fizemos!
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
















